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ITAQUAQUECETUBA
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Análise granulométrica em Itaquaquecetuba: peneiramento e hidrômetro

Soluções técnicas. Decisões informadas.

SAIBA MAIS

A geologia de Itaquaquecetuba, marcada por sedimentos terciários da Bacia de São Paulo e depósitos quaternários ao longo da várzea do Rio Tietê, produz solos de comportamento muito variável em curtas distâncias: de areias médias compactas em elevações a argilas siltosas orgânicas nas cotas mais baixas. A análise granulométrica que combina peneiramento e ensaio de sedimentação (hidrômetro) resolve a caracterização desses materiais quando o tato e a vista não bastam para definir a fração fina. Em Itaquaquecetuba, onde a expansão urbana avança sobre antigas áreas de extração de areia e zonas de aterro, conhecer a distribuição granulométrica é o primeiro critério para classificar o solo e prever seu comportamento hidráulico e mecânico. Completamos a investigação com sondagens SPT para correlacionar a estratigrafia local com a resistência à penetração.

Em Itaquaquecetuba, a distribuição granulométrica explica comportamentos que a resistência à penetração isolada não revela: solos bimodais, argilas dispersivas e sensibilidade à erosão interna.

Nossas áreas de serviço

Metodologia e escopo

O crescimento de Itaquaquecetuba a partir dos anos 1960, impulsionado pela ferrovia e depois pelo Rodoanel, multiplicou as obras sobre solos residuais de migmatitos e sobre pacotes aluvionares do Tietê. Em nosso laboratório, a análise granulométrica segue a ABNT NBR 7181:2016 e a ABNT NBR 6457 para preparação de amostras, com pesagem em balança calibrada e uso de defloculante hexametafosfato de sódio na sedimentação. A fração grossa passa por série de peneiras padronizadas, enquanto a fração fina é lida no hidrômetro a intervalos que vão de 30 segundos a 24 horas. O resultado é uma curva granulométrica contínua que permite calcular coeficientes de uniformidade e curvatura, indispensáveis para projetos de drenagem, filtros granulares e seleção de jazidas. Em paralelo, a equipe de campo pode executar ensaios de permeabilidade in situ quando o projeto exige o coeficiente k diretamente medido no terreno.
Análise granulométrica em Itaquaquecetuba: peneiramento e hidrômetro
Imagem técnica — Itaquaquecetuba

Contexto geotécnico local

Um erro que observamos com frequência em Itaquaquecetuba é aprovar aterros e bases de pavimento apenas com o ensaio de compactação, sem a curva granulométrica que revela se o material é realmente granular ou se contém finos plásticos que comprometem a drenagem. Já acompanhamos casos em que um solo classificado no campo como 'areia argilosa' mostrou, após peneiramento e sedimentação, mais de 40% de fração silte-argila — inviabilizando seu uso em camadas drenantes sem estabilização. Outro ponto crítico é a extrapolação de resultados de uma única amostra para toda a obra: em terrenos de várzea, a granulometria pode mudar a cada metro de profundidade, exigindo coleta estratificada e análise por horizonte para não subdimensionar filtros ou superestimar a capacidade de suporte.

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Marco normativo

ABNT NBR 7181:2016 – Análise granulométrica de solos, ABNT NBR 6457:2016 – Preparação de amostras de solo para ensaios de compactação e caracterização, ABNT NBR 6502:1995 – Terminologia de rochas e solos

Valores típicos

ParâmetroValor típico
Série de peneiras utilizadas75 mm a 0,075 mm (ABNT)
Método da fração finaSedimentação com hidrômetro (NBR 7181)
DefloculanteHexametafosfato de sódio (40 g/L)
Temperatura de ensaio controlada20 ± 1 °C
Coeficientes calculadosCu, Cc, diâmetros D10, D30, D60
Classificação emitidaSUCS (Unificada) e HRB/AASHTO
Preparação da amostraSecagem ao ar e quarteamento (NBR 6457)

Dúvidas comuns

Qual a diferença entre análise granulométrica simples e conjunta?

A análise simples cobre apenas o peneiramento da fração grossa (areias e pedregulhos acima de 0,075 mm). A análise conjunta acrescenta o ensaio de sedimentação com hidrômetro, que mede a distribuição das partículas finas (silte e argila) por decantação em meio líquido. Em solos com mais de 10% de finos — situação comum em Itaquaquecetuba nas várzeas do Tietê — a versão conjunta é indispensável para classificar corretamente o material.

Quanto custa uma análise granulométrica completa em Itaquaquecetuba?

O investimento para a análise granulométrica conjunta (peneiramento + hidrômetro) em nossa unidade fica entre R$260 e R$430, dependendo da quantidade de amostras e da complexidade da preparação. Para apenas o peneiramento, o valor é menor. Consulte-nos com o número de pontos e a profundidade de coleta para uma cotação precisa.

Em que situações a NBR 7181 exige o ensaio de sedimentação?

A NBR 7181:2016 orienta que o ensaio de sedimentação seja executado sempre que a fração passante na peneira de 0,075 mm (#200) for superior a 10% da massa total seca. Na prática, solos com presença visível de silte ou argila, ou que apresentem plasticidade no teste tátil-visual de campo, devem obrigatoriamente passar pela análise conjunta para que a classificação SUCS e o coeficiente de uniformidade sejam representativos.

Localização e área de serviço

Atendemos projetos em Itaquaquecetuba e arredores.

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