O crescimento de Itaquaquecetuba ao longo do eixo da antiga Estrada de Ferro Central do Brasil moldou uma ocupação urbana densa sobre terrenos com históricos de cortes e aterros. Executar uma fundação profunda ou uma contenção sem conhecer a condutividade hidráulica do substrato é assumir um passivo técnico que nenhum projetista responsável aceita. O ensaio de permeabilidade in situ resolve essa lacuna. Seja pelo procedimento Lefranc em solo ou pelo ensaio Lugeon em maciço rochoso, o dado obtido alimenta diretamente os modelos de fluxo e rebaixamento. Em paralelo, quando a sondagem rotativa revela fraturamento intenso, complementamos a investigação com injeções de consolidação para garantir a estanqueidade necessária antes da escavação.
O coeficiente de permeabilidade obtido in situ define o sucesso da drenagem e a segurança contra a subpressão em estruturas enterradas.



